Ele já foi bartender de boates e restaurantes, professor de desenho e consertava molduras e quadros antigos numa loja em Nova York. 

Falante e disperso, Vik Muniz tem a cabeça na lua. Se lá houvesse arte, é claro. Este paulista (que tem fama de mineiro) já rodou o mundo, é mestre na cozinha, está fazendo aula de moto-escola, adora música africana e funk carioca e ri quando é indagado sobre o que faz quando não está trabalhando.

Foi usando e abusando dos materiais inusitados – quadros que brincam com comida e mosaicos inusitados, dentre outros – que Vik conquistou o mundo. Hoje, é um dos mais celebrados artistas internacionais, chegando a ter uma ala do MOMA (Museu de Arte Moderna de Nova York) inteirinha dedicada à sua criação.

Agora anda fascinado por luz. Melhor: busca um substituto para as lâmpadas.
Mas se engana quem pensa que Vik só pensa em sua própria genialidade. No TEDxSudeste ele contou sobre a experiência exitosa de juntar arte, cinema e trabalho social com catadores de materiais recicláveis.