Reconhecido como o maior pianista brasileiro de todos os tempos. No ano de 1982, o jornal New York Times se referiu a ele como um dos maiores pianistas da atualidade. Destaque também na revista New York Magazine e no Boston Globe, que ressaltavam o seu talento, colocando-o como um dos mais competentes intérpretes de Bach no mundo.

Aos 18 anos foi o único escolhido no Festival Casals, entre candidatos das três Américas, a dar o Recital Prêmio em Washington. A apresentação bem-sucedida teve como conseqüência sua estréia nos Estados Unidos, no chamado templo da música, o Carnegie Hall.

Sua carreira teve como um dos pontos altos o fato de ter gravado a obra completa de Bach para teclado. Sua paixão pela música originou o documentário franco-alemão ¨Martins Passion¨, vencedor de quatro festivais. Com problemas que prejudicaram a mobilidade de suas mãos, teve que abandonar o piano, mas seu amor e sua ligação com a música continuam em duas novas atividades, agora como maestro e palestrante.

Em sua palestra “Tocando uma Empresa”, onde faz uma analogia entre uma orquestra e os funcionários de uma empresa, aborda temas como inovação, colaboração, superação, resiliência, foco em resultado, trabalho em equipe, entre outros. Um exemplo de um vencedor que emociona a todos com seu amor pela música.